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Rogo atrai investimento de nove bancos globais em rodada de US$ 30 milhões
A Rogo, startup norte-americana de inteligência artificial para serviços financeiros, captou US$ 30 milhões em outubro de 2026 com investimentos de bancos como Barclays, BNP Paribas, Citi, MUFG e Société Générale.
A Rogo, startup norte-americana de inteligência artificial para serviços financeiros, captou US$ 30 milhões em outubro de 2026 com investimentos de bancos como Barclays, BNP Paribas, Citi, MUFG e Société Générale.
Nove bancos globais agora integram a estrutura acionária da Rogo, somando quase US$ 20 trilhões em ativos. A empresa também conta com o apoio de fundos de capital de risco.
Os investimentos de bancos e seus braços de investimento em empresas de inteligência artificial cresceram a uma taxa anual composta de 21% desde 2023, segundo análise da Evident AI com as 50 maiores instituições bancárias globais.
Na Índia, o HDFC Bank e o Canara Bank investiram na CoRover, enquanto o IDFC FIRST Bank firmou parceria com a Sarvam para criar um laboratório de pesquisa e desenvolvimento voltado à construção de um banco capaz de se aprimorar continuamente.
A Sarvam também mantém parcerias com a Mahindra Finance, a Tata Capital e a SBI Life. A Bajaj Finance adquiriu 5% da TrueFan AI e planeja investir entre 1.500 e 2.000 crore em empresas iniciantes de inteligência artificial, segurança digital e tecnologia financeira.
O setor indiano de bancos e serviços financeiros movimentou mais de US$ 1 bilhão em inteligência artificial em 2025 e pode alcançar US$ 9,4 bilhões até 2034, segundo projeção do IMARC Group. O Axis Bank informou a redução de mais de 3.100 funcionários no ano fiscal de 2026, associada a investimentos em tecnologia e produtividade.
Por que importa: A aproximação entre bancos e empresas de inteligência artificial está mudando a relação entre cliente e fornecedor, combinando investimento, desenvolvimento conjunto e acesso a dados para adaptar sistemas a operações financeiras específicas. O movimento pode ampliar a eficiência e a personalização dos serviços, mas também aumenta a responsabilidade humana sobre decisões tomadas em instituições com equipes menores. A tendência foi relatada pelo veículo Inc42.
Reportagem original apurada por Inc42.
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