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Olivia Moore vê espaço para novas receitas na inteligência artificial de consumo
Olivia Moore, sócia da Andreessen Horowitz, publicou na segunda-feira (5) um relatório sobre os 100 principais aplicativos de inteligência artificial para consumidores e discutiu o cenário do setor em entrevista ao TechCrunch.
Olivia Moore, sócia da Andreessen Horowitz, publicou na segunda-feira (5) um relatório sobre os 100 principais aplicativos de inteligência artificial para consumidores e discutiu o cenário do setor em entrevista ao TechCrunch.
O ChatGPT continua como o maior aplicativo da categoria, enquanto Suno e ElevenLabs demonstram permanência entre os produtos relevantes. O relatório também identificou cerca de seis categorias de consumo ainda sem presença significativa de inteligência artificial.
Moore afirmou que a receita do setor está concentrada em assinaturas e uso de tokens, especialmente entre empresas e usuários profissionais. Segundo ela, 2,2% dos lares dos Estados Unidos pagam por inteligência artificial.
A executiva defendeu modelos de monetização que ofereçam acesso gratuito com publicidade, deixando ao usuário a opção de pagar para removê-la. Ela também apontou a redução de custos por meio de modelos mais baratos e de código aberto.
O relatório classificou como áreas ainda vazias as redes sociais, aplicativos de relacionamento, mercados digitais, varejo, viagens, finanças e saúde. Moore disse esperar o surgimento de empresas nessas categorias nos próximos seis meses.
Por que importa: A análise indica que a inteligência artificial voltada ao consumidor ainda depende de novos modelos de receita e de aplicações em setores pouco explorados, enquanto muitos produtos atuais atendem principalmente tarefas profissionais e empresariais.
Reportagem original apurada por TechCrunch.
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