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Meta enfrenta bloqueios de agentes de IA em sites de comércio eletrônico

Agentes de IA como o Muse, da Meta, passaram a enfrentar bloqueios em sites de empresas como Amazon, Walmart e companhias aéreas, dificultando compras, reservas e outras tarefas feitas em nome dos usuários.

revisada por Elias
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Ilustração editorial: Uma nova geração de clientes chega às portas do comércio digital, mas muitos estabelecimentos ainda não decidiram quais credenciais aceitar.
Fonte Imagem gerada por IA · Fonte: TechCrunch

Agentes de IA como o Muse, da Meta, passaram a enfrentar bloqueios em sites de empresas como Amazon, Walmart e companhias aéreas, dificultando compras, reservas e outras tarefas feitas em nome dos usuários.

A Amazon bloqueou o agente Muse, impedindo que ele navegasse pelo catálogo da empresa ou realizasse compras. Reclamações também apontaram dificuldades do Muse para concluir pedidos no Walmart, embora a varejista tenha afirmado que o problema não foi intencional.

No Walmart, a falha pode ocorrer quando a plataforma exige que o visitante clique em um botão para confirmar que é humano. Se essa verificação for interrompida, o agente pode ser expulso do site. A situação evidencia limitações dos mecanismos tradicionais de proteção contra robôs automatizados.

Meta, Walmart, Stripe, Sierra, Genesys, Rocket, NiCE e Decagon trabalham em um padrão aberto para orientar a comunicação entre agentes de IA e empresas em transações comerciais. A proposta pretende diferenciar agentes autorizados, que atuam em nome dos usuários, de atividades automatizadas maliciosas.

Companhias aéreas também impõem restrições. A Delta afirmou que não possui parceria ou integração para permitir que agentes externos pesquisem ou reservem voos em suas plataformas. A United citou termos de uso que proíbem robôs e outros dispositivos automatizados sem autorização prévia.

Por que importa: O avanço dos agentes de IA depende não apenas de sua capacidade de executar tarefas, mas também de serem aceitos pelas plataformas onde essas tarefas acontecem. Sem padrões claros e acordos entre empresas, o usuário pode ficar sem saber se uma operação falhou por defeito técnico, bloqueio deliberado ou medida de segurança, como relatou o TechCrunch.

Reportagem original apurada por TechCrunch.

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