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Elizabeth Lenihan defende formação adaptada à inteligência artificial para recém-formados

A estrategista de carreira Elizabeth Lenihan afirmou à Silicon Republic que estudantes e recém-formados precisam combinar conhecimentos de inteligência artificial com capacidade de adaptação, julgamento e comunicação para disputar oportunidades no mercado de trabalho da Irlanda.

revisada por Elias
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Ilustração editorial: Uma ponte em construção, com ferramentas de inteligência artificial de um lado e experiências humanas concretas do outro, sustentada por pilares de julgamento
Fonte Imagem gerada por IA · Fonte: Silicon Republic

A estrategista de carreira Elizabeth Lenihan afirmou à Silicon Republic que estudantes e recém-formados precisam combinar conhecimentos de inteligência artificial com capacidade de adaptação, julgamento e comunicação para disputar oportunidades no mercado de trabalho da Irlanda.

A economia irlandesa é concentrada em setores baseados em conhecimento, como tecnologia, ciência e serviços financeiros, o que torna o mercado de trabalho do país mais exposto à inteligência artificial do que o de muitas economias avançadas.

Segundo Lenihan, a inteligência artificial também tornou mais fácil descartar dezenas de candidaturas em poucas horas. Ela relatou ter recebido mais de 300 inscrições em 24 horas para uma vaga, muitas delas incompatíveis com a posição anunciada.

A consultora recomenda que candidatos evitem enviar inscrições em massa e sejam mais seletivos, demonstrando especificamente quais contribuições podem oferecer. Ela também aconselha apresentar projetos, experiências profissionais, voluntariado, estudos ou atividades esportivas como evidências concretas de habilidades.

Lenihan afirma que serviços de carreira universitários são subutilizados e deveriam ser procurados antes do último ano de estudos. Para ela, eventos do setor, feiras de emprego, encontros de tecnologia e conversas no LinkedIn ajudam a construir relacionamentos e ampliar oportunidades.

Por que importa: A inteligência artificial está alterando as tarefas de entrada no mercado de trabalho, mas a análise de Lenihan mostra que recém-formados ainda podem se destacar ao provar como pensam, aprendem, resolvem problemas e aplicam suas experiências em situações concretas.

Reportagem original apurada por Silicon Republic.

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