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Catherine Kennedy aponta desafios da transformação por inteligência artificial

Catherine Kennedy, gerente da BearingPoint Ireland, explicou ao Silicon Republic os desafios que as organizações enfrentam para adotar inteligência artificial no ambiente de trabalho, com destaque para a gestão de dados e a manutenção do julgamento humano.

revisada por Elias
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Ilustra????o editorial: Arquivo f??sico de metal com pastas suspensas coloridas sendo organizadas manualmente em escrit??rio iluminado.
Fonte Imagem gerada por IA. Fonte: Silicon Republic

Catherine Kennedy, gerente da BearingPoint Ireland, explicou ao Silicon Republic os desafios que as organizações enfrentam para adotar inteligência artificial no ambiente de trabalho, com destaque para a gestão de dados e a manutenção do julgamento humano.

A transformação por inteligência artificial difere das iniciativas anteriores de transformação digital porque não apenas moderniza sistemas e digitaliza processos, mas também leva as empresas a reconsiderar o próprio trabalho. A tecnologia pode analisar informações, gerar recomendações e executar ações, enquanto as pessoas continuam responsáveis por fornecer contexto, questionar resultados e aplicar pensamento crítico.

As capacidades de inteligência artificial evoluem rapidamente, o que impede as empresas de tratar a transformação como um projeto com ponto final. Segundo Kennedy, as organizações precisam avaliar continuamente novas capacidades, riscos e oportunidades, adotando uma abordagem flexível e gradual.

As ferramentas de inteligência artificial podem pesquisar e reunir informações de diferentes áreas da organização, tornando mais importantes a governança de dados, a gestão do conhecimento e os mecanismos de controle. Dados de boa qualidade e bem administrados são necessários para que sistemas avançados entreguem valor.

A adoção também exige mudanças culturais, organizacionais e de liderança. As empresas devem definir quais atividades podem ser totalmente automatizadas, quais podem ser ampliadas pela inteligência artificial e onde a participação humana é indispensável.

A comunicação transparente e a capacitação dos funcionários são apontadas como essenciais. Trilhas de aprendizagem, desde conhecimentos básicos sobre inteligência artificial até competências específicas para cada função, podem reduzir o receio dos trabalhadores e preservar oportunidades para desenvolver pensamento crítico, resolução de problemas e julgamento profissional.

Por que importa: A transformação por inteligência artificial modifica funções, processos e critérios de decisão, fazendo com que empresas precisem combinar tecnologia, dados confiáveis e preparação das pessoas para evitar investimentos limitados e preservar competências humanas essenciais.

Reportagem original apurada por Silicon Republic.

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