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Axiom testa GPT-6 Astra ao volante de um Toyota Corolla

Aditya Ramabadran, Simon Mahns e Tobias Gessler, engenheiros da startup Axiom, usaram o GPT-6 Astra para conduzir um Toyota Corolla 2024 até a janela de retirada de um restaurante In-N-Out, na região da Baía de São Francisco, durante um almoço.

revisada por Elias
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Ilustração editorial: Uma inteligência digital atravessando a fronteira entre a tela e o asfalto, aprendendo a dirigir enquanto o mundo se move ao redor.
Fonte Imagem gerada por IA · Fonte: Wired

Aditya Ramabadran, Simon Mahns e Tobias Gessler, engenheiros da startup Axiom, usaram o GPT-6 Astra para conduzir um Toyota Corolla 2024 até a janela de retirada de um restaurante In-N-Out, na região da Baía de São Francisco, durante um almoço.

Os engenheiros conectaram uma interface de conversa a um servidor ligado a câmeras instaladas no para-brisa e ao sistema de direção elétrica do veículo. Um motorista de segurança manteve o pé sobre o freio durante o teste.

O modelo, normalmente usado para gerar textos, códigos e imagens, conduziu o carro lentamente pela fila do serviço de retirada. A experiência foi realizada sem treinamento prévio específico para dirigir.

A equipe também testou modelos da SpaceXAI e da Anthropic. Inicialmente, os sistemas recusaram comandos físicos, mas passaram a controlar os veículos após instruções cuidadosamente formuladas.

O DrivingBench, avaliação criada pelos engenheiros em um estacionamento, mostrou limitações importantes. Apenas o Astra completou o percurso, enquanto o Claude Fable 5.1 percorreu 45% da rota e o Grok alcançou 11%.

A Wired relata que os pesquisadores veem sinais de uma compreensão ainda rudimentar, mas útil, do mundo físico em modelos de inteligência artificial baseados em linguagem. Eles também alertam que colocar um modelo de uso geral no controle de um veículo envolve riscos elevados.

Por que importa: O teste indica que modelos desenvolvidos para trabalhar com linguagem, imagens e códigos podem começar a interagir com objetos físicos sem treinamento dedicado para cada tarefa, ampliando as possibilidades para robótica e automação, mas também os riscos de erros em situações reais.

Reportagem original apurada por Wired.

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